Publicado em 11 de Julho de 2008

Suas raves nunca mais serão as mesmas.
Myhab (“meu habitat”) é uma barraca de papelão. Simples assim. São barracas de camping de tamanho razoável (duas pessoas) que lembram casinhas de cachorro. Qual a graça então? É que a empresa, de mesmo nome, produz esses espaços em material reciclado, monta e desmonta para o locatário (a idéia não é comprar) e sugere inclusive onde e quando usar. Criaram mesmo uma comunidade em torno, oferecendo uma agenda de festivais de música.
O visitante chega na página, descobre um festival interessante (na Inglaterra) e já pode reservar sua barraquinha. Pode inclusive escolher uma arte para personalizar a cabana. No dia do evento, é só procurar. E, claro, sem preocupação alguma quando for embora. Sem perder a oportunidade, o site põe em contato as pessoas com reservas feitas para o mesmo evento, para já irem se conhecendo.
Publicado em 11 de Junho de 2008

Você monta e compartilha o vídeo das camisetas.
UT Loop, ferramenta da grife japonesa UNIQLO, é o jeito mais interessante que já se viu para promover camisetas (ok, talvez junto com clipe D.A.N.C.E, do Justice). A idéia aqui é criar um mix, um som, a partir de sílabas, vozes e pedaços de palavras disponíveis. Cada fragmento é dito por um modelo usando alguma camiseta da coleção que, aliás, conta com ilustrações de monstros como Keith Haring.
Dá para brincar digitando enquanto rola o fundo musical ou criar um loop do zero, que no final vira widget para sites. Veja o exemplo da Newz aqui.
Publicado em 22 de Janeiro de 2008

Até os ortodoxos da mussarela vão querer brincar.
A Domino´s lançou nos EUA um novo serviço para vender pizzas online. Até aí, nada de inesperado. Mas só até conhecer o site. O BFD Builder (Big Fantastic Deal) permite que você monte sua pizza do jeito que quiser. Literalmente. Um nível de personalização impressionante.
As opções vão muito, mas muito além do “massa fina ou grossa?”, “calabresa com cebola?”, etc. Primeiramente você escolhe entre as quatro opções de massa. Em seguida, seleciona a quantidade de molho e queijo, sempre acompanhando visualmente cada modificação. Daí vem as opções de cobertura de carne (pepperoni, bacon, presunto, etc) e por fim os ingredientes sem carne (cebola, champignon, provolone, azeitona, etc). E não é pôr ou tirar. Você pode ir acrescentando paulatinamente. Eles deixam você adicionar tudo que quiser - até um limite que não comprometa a qualidade. No fim ainda pode dar um nome à própria receita, que fica armazenada para futuros pedidos ou como sugestão para outras pessoas.
Seja qual for a criação, tudo sai pelo mesmo valor promocional: US$ 10,99. O preço era, inicialmente, o apelo do site. Mas acabou ofuscado pelo sistema de montagem das pizzas. Mas talvez o melhor ainda seja o fato de tudo isso acontecer mesmo. Não é um jogo nem uma demonstração. Você “faz” a pizza do jeito que bem entender, finaliza o pedido e espera no máximo 30 minutos para receber a redonda. Isso mesmo, o modelo de entrega rápida que rendeu fama à rede vale para o site! É clicar para ficar com vontade de comer pizza (e sabemos que pizza não tem hora, não é?).
Publicado em 21 de Janeiro de 2008

Organize o festival dos seus sonhos! (Virtualmente, virtualmente…)
Adidas Originals Festival é uma promoção com um jogo muito bacana, lançado na Austrália, em que você cria seu próprio festival de música. Todo em “pixel art”, o processo é muito divertido (além de oferecer uma viagem como prêmio), e é composto por quatro etapas: a escolha o lugar do evento, a contratação dos artistas, a criação de um pôster e o trabalho de divulgação.
As opções de lugares são um parque, uma avenida de uma grande cidade, um castelo medieval ou um mega estádio. Para contratar os nove artistas do show e preencher o line-up, você conta com 100 mil dólares de budget. É empolgante: ao todo são 200 bandas e DJs para serem escolhidos. Cabe ao organizador decidir se contrata de cara Bloc Party e White Stripes, torrando quase toda a verba, ou se faz uma seleção mais equilibrada.
No terceiro passo é preciso então fazer o pôster do festival, surgindo novos dilemas: para quem dar mais destaque, qual nome dar para o festival, que fonte utilizar…? Por fim, vem a divulgação, que é quando acontece a promoção efetivamente. Você deve divulgar o festival entre os amigos, enviando e-mails, passando o link, inserindo banners em blogs, no Myspace ou onde for.
O prêmio vai para o “organizador” do festival fictício mais votado, que ganha uma viagem com acompanhante para assistir ao Berlim Festival 2008. Ou seja, os participantes são estimulados a viralizar a ação, instigando os amigos a participar. Qualquer um pode brincar, mas, infelizmente, a promoção é válida só para a Austrália.
Publicado em 8 de Janeiro de 2008

Não comece a fazer as coisas mal feitas e dizer que está “sweded”…
Be Kind Rewind é o novo filme estrelado por Jack Black e dirigido pelo fabuloso Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças). Na trama, os funcionários de uma videolocadora apagam acidentalmente os filmes (sim, fitas VHS) e no que parece ser a única solução, decidem refilmar o que perderam.
Com sucatas e uma velha câmera, eles “refazem” sucessos como “O Rei Leão”, “Os Caça-Fantasmas”, “Robocop”, “2001”… E como a diferença em relação ao original é enorme, eles criam o termo “Sweded”, uma versão “Suecada” dos originais - “afinal a Suécia é um país caro e distante”.
O site do filme traz a mesma idéia: a internet foi apagada. Sem problemas. Ao visitar a página você encontrará versões de sites da rede, como o Google Sweded, o site da Apple Sweded, o Swede Yourself e até mesmo poderá ver os trailers do filme no Youtube Sweded.
O case ainda é coroado com uma bela ação offline: a locadora do filme (que estréia nos EUA em 25 de janeiro) será recriada em Nova York, para que os visitantes possam, após uma oficina com o diretor, filmar suas próprias versões Sweded – com “edição” em tempo real e duração máxima de dez minutos.
Mais ainda: no festival de Sundance haverá um estúdio de Sweding, no qual os diretores que tiveram seus filmes refeitos para “Be Kind Rewind” poderão fazer o mesmo com os filmes de Gondry.
Publicado em 17 de Dezembro de 2007

Quem toca, toca. Quem não toca, remixa.
The Walkman Project da Sony, ação para promover a última versão de seu clássico player, começou com um filme em que quase 200 músicos foram chamados para tocar apenas uma nota cada um e, assim, compor uma música inusitada (peça grandiosa e cara, nos moldes dos filmes para a TV Bravia). Inspirado no mesmo conceito, o projeto convida os visitantes a enviarem suas versões para esta melodia composta de várias “notas únicas”.
Você pode regravá-la tocando de verdade, utilizando versões disponíveis no site, ou ainda, usando alguns dos instrumentos à disposição. Vale mandar beat box, tocar sax, o que quiser – o importante é criar uma versão nova e diferente.
Publicado em 10 de Dezembro de 2007

Haja tiradas, trocadilhos e bom humor!
A norueguesa MediaFront executou uma interessante e inovadora campanha para o portal S.ol (de informação e variedades). Contratou três redatores, que se revezaram 24 horas por dia, para criar banners envolvendo as notícias e destaques das páginas onde seriam exibidos. O processo teria que ser dinâmico, por isso os profissionais dispunham somente de uma tablet para desenvolverem suas peças expressas – deixando-as com cara de rascunho.
A atualização se deu por meio de uma ferramenta especialmente criada. O resultado foi um sucesso, pois os visitantes acompanhavam cada mudança de peça para ver quais seriam as novas piadas e comentários.
Publicado em 1 de Agosto de 2007

Quando fica bom, é o máximo ter outros eus.
Fórmula batida ou não, as ferramentas que permitem criar personagens, normalmente inspirados na própria pessoa continuam um sucesso. Conforme evoluem, permitindo detalhamento e diferenciação melhores, atraem mais e mais público. Simplesmente porque em algum momento até o mais chato cede a tentação de virar South Park, por exemplo.
Além de descontraída, a criação de avatares pode auxiliar as marcas a conhecerem melhor seu público, com interação em vez de questionários chatos. E de quebra, se aproximar do consumidor, que ganha uma navegação personalizada. Esse uso por ser visto em Seda.
E para amenizar a ansiedade pela estréia do filme dos Simpsons, sendo impossível tomar uma Duff, nada melhor do que se transformar num deles. Aqui a ação veio da naturalmente da FOX, mas lá fora o Burger King também tem uma versão que usa a sua própria foto.
Bom, e por aí vai… quem não tem um Nintendo Wii pode pelo menos fazer seu Mii (personagem usado em alguns jogos), virar um m&m, uma Barbie…
Publicado em 30 de Julho de 2007

All Star azul, preto, de cano alto…
Não se empolguem, “US Ship Only”. Mas vale muito pela experiência. Para quem curte os clássicos tênis que saem e entram na moda – desde Maria Antonieta, segundo Sofia Coppola – aqui é possível criar o próprio modelo. Com um nível de personalização surpreendente, as ferramentas permitem definir a cor de cada parte do tênis, cuja criação pode se dar sobre todos os modelos da vasta linha. E é possível pedir uma única unidade, aliás, um par.